A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.
Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, o IDG Now! tentou criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.) 

Segundo o canal “Fox News”, Garrison foi casado nove vezes e fez milhares de vítimas, arrecadando até 2000 mais de US$ 500 mil.
O americano é considerado um homem letrado, educado, religioso e sempre vendeu a imagem de correto. Para ganhar a confiança de suas vítimas, ele fingiu ser executivo de informática, jogador de golfe, consultor, prisioneiro da guerra do Vietnã e até mesmo agente do FBI.
Em 1999, Garrison foi preso por deixar na miséria sua sétima mulher, Genevieve Baliantz, com quem namorou por seis anos antes do casamento e do sequencial golpe. “Ele é um artista. Pode convencer qualquer mulher a fazer o que ele deseja”, disse Genevieve ao site “Fox News”.
Enquanto cumpria pena, Clifford Garrison fez um anúncio nos jornais de São Francisco à procura de uma nova companheira.
Elizabeth, de Michigan, caiu no conto do bandido da Lua de mel. “Ele era muito charmoso, doce e muito educado”, relatou a mulher sobre o falsário.
No começo de fevereiro deste ano, Clifford Garrison foi pego novamente pela polícia e condenado por fazer mais uma vítima.
É bizzarro isso !
